Formar líderes, contribuir com as suas actividades e Projectos para a comunidade onde estão inseridos e, em simultâneo, promover o companheirismo entre os seus
membros são os principais objectivos do Rotaract. Trata-se de um programa criado pelo Rotary Internacional, em 1968 nos Estados Unidos, destinado a jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos.
No passado sábado, o conselho director do Rotaract Club do Funchal 2008/09 tomou posse. Na ocasião estiveram presentes vários elementos do Movimento Rotary, entre os quais o governador do Rotary Club Distrito 1960, Eduardo Sousa, o Presidente Nacional do Rotaract, Ricardo Saborosa, e o Presidente do Rotary Club do Funchal, Edgar Aguiar.
Sendo um programa Rotary, destinado a jovens entre os 18 e os 30 anos, o Rotaract tem como objectivos fundamentais formar líderes, contribuir com as suas actividades e projectos para
a comunidade onde estão inseridos e, em simultâneo, promover o companheirismo entre os seus membros.
O primeiro Rotaract Club do Funchal nasceu em Julho de 1986. Porém, a falta de condições universitárias criou diversas dificuldades à continuidade deste clube, uma vez que os estudantes
iam para o continente português para prosseguirem os seus estudos superiores.
Assim, ao fim de cerca de 6 anos o Rotaract Club do Funchal cessou a sua actividade.
Passados 16 anos após a sua cessação, o Rotaract Club do Funchal ‘renasce’, desta vez tendo uma base universitária. Com efeito, a maioria dos seus membros é finalista da licenciatura em
Ciências da Cultura, outros são alunos de Comunicação e Cultura e Organização e outros, ainda, da licenciat
ura de Enfermagem. “Neste momento este clube tem 17 elementos efectivos. Temos outros 4 elementos que começaram agora a assistir às nossas reuniões, portanto vamos aumentar este número para 21 e esperamos aumentar ainda mais, pois a universidade é um bom ‘viveiro’ para atrair participantes para este Movimento, mas o mais importante é que as pessoas que cheguem até nós venham por convicção e com uma vontade imensa de ajudar os outros”, salientou a Presidente do Rotaract Club do Funchal, Cátia Pestana.
O espírito Rotaract foi dado a conhecer a estes jovens pela professora universitária Luísa Paolinelli, a qual, desde logo, os ‘contagiou’ com a sua experiência Rotaractista. “O que mais
nos cativou foi a possibilidade de desenvolvermos actividades em prol da nossa Comunidade, a possibilidade de podermos contactar com jovens de todo o mundo que partilham este mesmo
desejo de ser útil a quem necessita e, ainda, a aposta do movimento Rotaract na formação de jovens líderes, preparando-os, assim, para um futuro profissional que se espera promissor”,
frisou também.
No entender do Presidente do Rotary Club do Funchal, Edgar Aguiar, a reactivação do Rotaract é importante para o Movimento Rotary e, por sua vez, para a Madeira. “Para o movimento pois teremos uma fonte do maior nível humano de potenciais rotários para o futuro, garantindo-se assim a renovação das futuras gerações de Rotários.
Também a nossa sociedade será beneficiada, uma vez que teremos um grupo de jovens devidamente treinados e habituados às lides e ao relacionamento internacionais, exercendo as diversas áreas, ambientais, económicas, políticas e humanas, com desembaraço e de forma capaz”, salientou aquele responsável.
Sendo um programa Rotary, destinado a jovens entre os 18 e os 30 anos, o Rotaract tem como objectivos fundamentais formar líderes, contribuir com as suas actividades e projectos para
a comunidade onde estão inseridos e, em simultâneo, promover o companheirismo entre os seus membros.
O primeiro Rotaract Club do Funchal nasceu em Julho de 1986. Porém, a falta de condições universitárias criou diversas dificuldades à continuidade deste clube, uma vez que os estudantes
iam para o continente português para prosseguirem os seus estudos superiores.
Assim, ao fim de cerca de 6 anos o Rotaract Club do Funchal cessou a sua actividade.
Passados 16 anos após a sua cessação, o Rotaract Club do Funchal ‘renasce’, desta vez tendo uma base universitária. Com efeito, a maioria dos seus membros é finalista da licenciatura em
Ciências da Cultura, outros são alunos de Comunicação e Cultura e Organização e outros, ainda, da licenciat
ura de Enfermagem. “Neste momento este clube tem 17 elementos efectivos. Temos outros 4 elementos que começaram agora a assistir às nossas reuniões, portanto vamos aumentar este número para 21 e esperamos aumentar ainda mais, pois a universidade é um bom ‘viveiro’ para atrair participantes para este Movimento, mas o mais importante é que as pessoas que cheguem até nós venham por convicção e com uma vontade imensa de ajudar os outros”, salientou a Presidente do Rotaract Club do Funchal, Cátia Pestana.O espírito Rotaract foi dado a conhecer a estes jovens pela professora universitária Luísa Paolinelli, a qual, desde logo, os ‘contagiou’ com a sua experiência Rotaractista. “O que mais
nos cativou foi a possibilidade de desenvolvermos actividades em prol da nossa Comunidade, a possibilidade de podermos contactar com jovens de todo o mundo que partilham este mesmo
desejo de ser útil a quem necessita e, ainda, a aposta do movimento Rotaract na formação de jovens líderes, preparando-os, assim, para um futuro profissional que se espera promissor”,
frisou também.
No entender do Presidente do Rotary Club do Funchal, Edgar Aguiar, a reactivação do Rotaract é importante para o Movimento Rotary e, por sua vez, para a Madeira. “Para o movimento pois teremos uma fonte do maior nível humano de potenciais rotários para o futuro, garantindo-se assim a renovação das futuras gerações de Rotários.
Também a nossa sociedade será beneficiada, uma vez que teremos um grupo de jovens devidamente treinados e habituados às lides e ao relacionamento internacionais, exercendo as diversas áreas, ambientais, económicas, políticas e humanas, com desembaraço e de forma capaz”, salientou aquele responsável.
“Reabertura do Rotaract Club do Funchal é uma garantia de continuidade”
Segundo o Governador do Rotary Club Distrito 1960, Eduardo Sousa, a reabertura do Rotaract Club do Funchal é muito importante, uma vez que nos oferece uma garantia futura para acontinuação do Movimento Rotary no Funchal. “Existem clubes do Distrito 1960 muito envelhecidos e que não fizeram uma renovação do seu quadro social. Porém, se tivessem um Interact ou um Rotaract naturalmente, hoje, a situação era bem diferente”, reforçou Eduardo
Sousa.
O facto do Rotaract ser formado por jovens é, no entender daquele responsável, uma mais-valia. “As coisas evoluem de dia para dia e, portanto, não podemos estar parados. Os mais velhos
estão habituados a determinados princípios e os jovens, porque estão mais actualizados com os tempos reais, podem dar algumas pistas no bom sentido da palavra”, apontou o Governador.
Eduardo Sousa aconselha, ainda, os elementos do Rotaract a viveram o Rotary, pois o mundo precisa muito deste Movimento. “Nós não somos os salvadores do mundo, mas a verdade é que
a nível internacional as maiores organizações estão a pedir o apoio do Movimento Rotary, uma vez que aquilo que nós assumimos cumprimos”, sublinhou.
No entendo do Governador do Distrito 1960, para se ser um bom Rotaract é imprescindível ter-se uma boa disponibilidade para apoiar a causa social. “Se não formos solidários dificilmente
entramos num movimento destes… aliás o próprio lema Rotary diz: “Dar de Si Antes de Pensar em Si”.
“Base universitária é uma mais-valia”
O Presidente Nacional do Rotaract, Ricardo Saborosa, referiu que o facto do Rotaract Club do Funchal possuir uma base universitária constitui uma mais-valia. “O primeiro Club Rotaractnos Estados Unidos foi criado numa universidade. E, portanto, esse foi o exemplo que obtivemos para a criação de novos clubes no mundo. Em Portugal não tínhamos nenhum com esta base e, portanto, estamos a voltar às origens”. “Neste momento”, acrescentou Ricardo Saborosa, “temos um clube com uma base universitária que está inserido no meio dos jovens, facto que possibilita
a captação de mais membros para este clube e, por sua vez, para o Rotary no futuro”. Paralelamente, “estando ligado aos meios estudantis também tem um conhecimento mais alargado das várias realidades da sociedade, podendo ter, desta forma, uma maior capacidade de intervenção nesta mesma sociedade”.
O Presidente Nacional do Rotaract sublinhou também que “um jovem que integra um Clube Rotaract pretende ter um papel activo na sociedade, quer ter uma intervenção social para ajudar
os outros e procura o companheirismo e a solidariedade”.
Fonte: Diário Cidade (02/06/2008)

1 comentários:
Hello I'm Valeria from Rotaract Club of Canicattì (ITALY!)
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